7 de agosto de 2013

Resenha #2: O Teorema Katherine


Oi pessoal! Bem, primeiro queria me desculpar por não estar postando com frequência aqui no blog. Acabei ficando sem internet e isso me complicou um pouco, mas em breve vou estar regularizando as postagens. 

Agora, vamos a resenha? 

Autor: John Green
Editora: Intrinseca
Categoria: Literatura Estrangeira / Romance


Sinopse: "Após seu mais recente e traumático pé na bunda - o décimo nono de sua ainda jovem vida, todos perpetrados por namoradas de nome Katherine - Colin Singleton resolve cair na estrada. Dirigindo o Rabecão de Satã, com seu caderninho de anotações no bolso e o melhor amigo no carona, o ex-criança prodígio, viciado em anagramas e PhD em levar o fora, descobre sua verdadeira missão: elaborar e comprovar o Teorema Fundamental da Previsibilidade das Katherines, que tornará possível antever, através da linguagem universal da matemática, o desfecho de qualquer relacionamento antes mesmo que as duas pessoas se conheçam.
Uma descoberta que vai entrar para a história, vai vingar séculos de injusta vantagem entre Terminantes e Terminados e, enfim, elevará Colin Singleton diretamente ao distinto posto de gênio da humanidade. Também, é claro, vai ajudá-lo a reconquistar sua garota. Ou, pelo menos, é isso o que ele espera."

Bem, de início assumo que achei a história um pouco sem graça, talvez por ter lido A culpa é das estrelas pouco tempo antes de o Teorema Katherine. Então aí vai uma dica pra quem já leu A culpa é das estrelas e quer ler O Teorema Katherine: Os dois livros são maravilhosos, mas a temática é totalmente diferente, então não esperem que os dois causem o mesmo impacto ou que sejam parecidos.
Inicialmente, cheguei a ficar com raiva do personagem principal, Colin. Achei que ele fosse um personagem superficial e sem graça. Mas ao longo da história, Colin foi me mostrando que ele não era apenas um "prodígio fissurado por Katherines". Ele apenas queria ser alguém, o que apesar de parecer um desejo um pouco egoísta é o que todos nós desejamos.
Também gostei do fato de "o nerd" (ou melhor, ex-criança prodígio) ser o personagem principal da história, não o personagem secundário, o personagem coadjuvante, etc (nada contra personagens secundários ou coadjuvantes). Tenho o meu "lado nerd" e fiquei muito feliz com essa parte da história.
Os outros personagens, como Hassan e Lindesay, contribuíram bastante para a minha boa opinião sobre o livro.
Hassan, um árabe - sim, árabe! - incrivelmente bem humorado e irônico, cumpriu totalmente o seu papel de melhor amigo, e seus diálogos com Colin me divertiram bastante. Quem diria que uma história de amizade entre um árabe e um meio-judeu - sim, meio judeu! - poderia ser tão interessante? Aliás, quem diria que uma história assim poderia existir? Esse é um detalhe maravilhoso de O teorema Katherine: Sua imprevisibilidade.
Há também Lindesay, a garota caipira, sonhadora e divertida, que também me cativou bastante e me fez torcer a seu favor durante todo o livro. Suas conversas com Colin e Hassan, ou mesmo com sua mãe, Hollis, me renderam boas risadas.
O desenrolar da história é leve e nada cansativo, já que os diálogos e acontecimentos na pequena cidade de "Gutshot" não deixam que a leitura seja tediosa nem por um minuto sequer. O livro tem um "toque intelectual" na medida perfeita, sem tirar nem pôr.
As notas de rodapé do livro não podem deixar de ser mencionadas, já que são um dos elementos mais interessantes do livro. Admito que nunca vi notas de rodapé tão diferentes e divertidas.
O teorema Katherine pode ser definido como um romance leve e extremamente divertido, mas que não perde o foco da história. Divertiu-me, envolveu-me e me encantou-me. E mais uma vez, John Green conseguiu me impressionar com sua escrita incrível.


Quotes:


"(...) não havia como negar o sorriso dela.


Aquele sorriso seria capaz de pôr fim a guerras e curar o câncer."

Pág. 31


"É possível amar muito alguém. Mas o tamanho do seu amor por uma pessoa nunca vai ser páreo para o tamanho da saudade que você vai sentir dela."

Pág. 95

"O risco de ser capaz de conquistar qualquer pessoa, é
que você pode acabar escolhendo as pessoas erradas."
Pág. 104

"Não acho que nossos
pedaços perdidos caibam mais dentro da gente depois que eles se perdem."
Pág. 175

"Então, nós todos somos
importantes — talvez menos do que muito, mas sempre mais do que nada."
Pág. 184


4 comentários:

  1. Já li muito sobre esse autor, o pessoal só posta boas impressões dele, mas ainda não tive o prazer de ler algum livro seu! Com sua resenha fiquei curioso para conhecer seu trabalho!

    Grande Abraço!
    Claudinei Barbosa
    http://resenhandoecontando.blogspot.com

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi Claudinei! Realmente, vi pouquíssimos que não gostam dos seus livros. Eu, pessoalmente, li três livros do autor e me apaixonei completamente pela sua escrita. Acho que vai gostar do trabalho dele.

      Abraço e boa sorte com o blog!

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  2. Estou louca mesmo para ler ele, agora ficou mais curiosa ainda para ler kk. Adorei seu blog

    Beijos
    http://mundodajulia13.blogspot.com.br/

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi Julia!
      Resenhas sempre aumentam nossa ansiedade para ler os livros, não é? Ainda mais quando têm um ponto de vista positivo.
      Muito obrigada pela visita,
      Beijos!

      Excluir

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